Entenda porque algumas mulheres sofrem mais com a TPM

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Em um determinado período do mês, de acordo com o ciclo menstrual, muitas mulheres passam pela Síndrome Pré-Menstrual (SPM) também conhecida popularmente como TPM.

 

QUAIS SÃO OS SINTOMAS?

 

Cerca de 75 a 80% das mulheres em período fértil apresentam os sintomas da SPM.

 

Alterações físicas (fadiga, inchaço e dor de cabeça) comportamentais e emocionais podem ser recorrentes na semana que antecede a menstruação e tendem a desaparecer logo após o início do fluxo menstrual. 

Distúrbios do sono (aumento da necessidade de sono) e oscilação do apetite durante o período pré-menstrual, principalmente com um aumento na preferência por carboidratos também estão entre os sintomas mais frequentes em mulheres com o diagnóstico de síndrome pré-menstrual. 

 

QUANDO ESSE QUADRO SE AGRAVA?

 

Para até 8% das mulheres, esse quadro pode ser agravado e passa a ser chamado de Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM).

O quadro é caracterizado por predomínio de sintomas emocionais e alterações do humor e comportamentais, com gravidade clinicamente significativa, podendo apresentar graus elevados de irritabilidade, agressividade, alternando com transtornos depressivos caracterizados, principalmente por tristeza, ansiedade e tendência ao isolamento social.

 

O TRATAMENTO É NECESSÁRIO

O TDPM precisa de tratamento, uma vez que para algumas mulheres, o quadro exige até mesmo o afastamento de suas atividades profissionais, em virtude das alterações comportamentais.  

 A associação entre essa condição e transtornos depressivos é frequente. A intensidade da sintomatologia depressiva pré-menstrual é comparativamente mais branda do que a habitualmente encontrada em pacientes com depressão maior.

O tratamento indicado para a TDPM e para o alívio dos sintomas apresentados, dependendo do grau que se apresentem, envolve mudança de hábitos como exercícios físicos, cuidados com o sono e com a alimentação. Por vezes, faz-se necessário o uso de antidepressivos e/ou ansiolíticos,  prescritos pelo profissional que acompanha a paciente.

 

ATENÇÃO!

 

O diagnóstico correto é fundamental para o tratamento do quadro que se apresenta.

 

Dra. Marta Finotti – Ginecologista especialista em Reprodução Assistida e Ginecologia Endócrina – CRM GO 3367 – RQE 968

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